No ano de 2007, se muda para a cidade de Florença, Itália, onde ingressa no máster em Arte nella Moda, na Accademia Italiana. Durante essa período, realizou pesquisas e estudos autônomos sobre antigas técnicas de moda, quando se deparou com a chapelaria. 


Os primeiros chapéus foram feitos em seu pequeno quarto em Florença e usados por ela mesma. Ao sair vestindo um deles na cabeça, é abordada por um comerciante que faz um pedido de cinco chapéus para serem vendidos em sua loja. 


A partir daí, Gabriela busca mais conhecimento e encontra no caminho pessoas preciosas que lhe ensinam técnicas da antiga chapelaria e lhe ensinam também sobre a magnitude desse ofício.


Além dos chapéus, suas mãos também são utilizadas para transcrever e escrever sobre essa vivência com as pessoas do chapéu. Dessa experiência nasce o desejo de estudar mais a fundo as pessoas através desse acessório e por isso ela decide ingressar em estudos antropológicos, realizando um mestrado na Universidad de Salamanca, Espanha. 
O estudo acadêmico nessa área foi determinante para uma maior compreensão das pessoas e de suas relações com esse objeto: o chapéu.

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​​​​​​​No ano de 2014, após o termino no mestrado ingressa diretamente no programa de doutorado na mesma instituição, onde decide realizar um estudo de antropologia aplicada, que consistia na montagem de uma oficina que ensinaria mulheres com câncer a confeccionarem chapéus que seriam usados durante o processo quimioterapeutico. 

Mais que os estudos acadêmicos, Gabriela continuou em busca de distintos conhecimentos técnicos de chapelaria, por alguns países da Europa como Itália, Espanha e Portugal. Também utiliza suas viagens para garimpar materiais diferenciados tornando cada peça única e cheia de história. 

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Desde sempre sensível ao que passava em seu entorno, Gabriela nutria sua curiosidade pelas coisas do mundo, vivenciando intensamente cada momento e sentimento.


Sua infância no interior, seu contato com a simplicidade e com a natureza lhe proporcionaram um senso estético apurado adquirido pela observação e sensibilidade. Foi no vai e vem de uma máquina de costura manual, que despertou para a possibilidade de materializar o que já estava em seu mundo de ideias e pensamentos.

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Em busca de seus sonhos, aos 16 anos se muda para a cidade de Blumenau, onde ingressa no curso de moda e estilismo na Fundação Regional de Blumenau. Nesse período, além da graduação, trabalha em uma loja de tecidos como estilista, onde adquire intimidade com as tramas e com a criação face a face com o cliente.

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